Chegou o grande dia: o lançamento do meu primeiro livro

Espero todos vocês no Recife Antigo Hostel, a partir das 19h (Foto: Luiz Pessoa)

É hoje o grande dia. Venho me preparando para este momento há mais de seis meses. Foi um período intenso, de muita luta e conquistas. Criação, concepção da obra, trâmites burocráticos, busca de fornecedores e realização de inúmeras parcerias. Tudo para que o lançamento do meu primeiro livro (Tudo passa, esse amor vai passar também) ocorresse da forma que eu imagino ser do meu jeitinho. Não vou mentir: esse foi um processo bem complicado. Até porque fiz tudo sozinha, uma vez que a publicação é independente.

LANÇAMENTO DO MEU LIVRO NA MÍDIA:
» Malu Silveira fala francamente sobre o amor em seu primeiro livro
» Crônicas tratam sobre o amor e suas nuances
» Jornalista lança esta quarta livro de crônicas amorosas
» Jornalista pernambucana lança livro de crônicas amorosas
» Colunista do portal NE10 lança livro de crônicas

Na única editora pernambucana que procurei, o contrato era visivelmente desfavorável para mim. Já as editoras de fora variavam de resposta: umas estavam com o ‘recebimento de originais’ suspenso e outras me pediam para enviar meu original. Achei que seria uma corrida muito desgastante. Meu coração pedia que esse projeto fosse logo implementado. Era um pedido urgente. E não me arrependo. Nessa caminhada fiz tantos amigos! Encontrei apoio de tantas, mas tantas pessoas…

Quando comecei a escrever, bem nova, lá por volta dos 12 anos, foi para superar a mágoa de amigos que me escantearam nas brincadeiras. Mainha mandou que eu colocasse no papel todos os meu sentimentos – fossem eles relacionados à raiva, decepção, ira, frustração. Escrevi, rabisquei, chegava até a rasgar as folhas, tamanho era meu desespero. No fim, ela mandava que eu guardasse os escritos na gaveta e só voltasse a ler dias depois.  

Assim os dias foram passando. A cada vez que eu lia meus escritos, a sensação era de que a mágoa ia diminuindo. Como se a decepção com o próximo já não me doesse tanto por dentro. Escrever alivia traumas. Aprendi desde cedo. E dessa forma os anos foram se amontoando. Fui mantendo diários, extravasando os sentimentos nas cartinhas para os amigos, nas declarações virtuais, em momentos importantes.

Até que me apaixonei pela primeira vez. E sofri com a rejeição. Não conseguia lidar com o fato de que o primeiro homem por quem nutria um amor tão grande simplesmente não sentia nada por mim. Eis que um outro amor matou aquele primeiro. E mais uma vez sofri com a rejeição. Dessa segunda vez me vi de frente com inúmeras facetas do ser humano.

Chorei com a maldade de um homem que não me amava, mas também não me deixava seguir em frente. Definhei com a crueldade de uma pessoa que, claramente, jogou com os meus sentimentos apenas para alimentar o ego. Fui chamada de louca tantas, mas tantas vezes que cheguei a acreditar que de fato era desequilibrada. Doeu tanto na alma que adoeci mentalmente. Precisei encontrar o fundo do poço para compreender que precisava, urgentemente, cuidar mais de mim.

Escrever para aliviar essas dores foi uma das formas que encontrei para tentar restabelecer minha sanidade. Adotar uma cachorra, procurar apoio médico/psicológico, me dedicar ao voluntariado e me debruçar sobre sonhos interrompidos foram outros dos meus recursos terapêuticos.

Hoje é a realização de um sonho. Pra mim se assemelha a encontrar o pote de ouro no fim de arco-íris. Algo abstrato que passou do plano da imaginação para a realidade. Você consegue conceber o quão mágico esse momento é? Eu ainda não consigo. É como se Deus, ou quem quer que seja que nos olha lá de cima, estivesse me dizendo: siga em frente. Com medo, sem medo. Mesmo que doa. Deixe doer bem muito. Mesmo que você só queira morrer. Opte por viver. Apenas siga. Com Fé.

Hoje é o dia que compartilho meu primeiro filho com o mundo. Com a intenção que ele ajude outras pessoas a encontrarem seus caminhos. A entenderem que as dores machucam bem fundo aqui dentro, mas que são necessárias para os recomeços. A se sentirem acolhidas nos momentos de angústia. Acolhimento este que muitas vezes não tive e precisei, então, cuidar das minhas feridas sozinha.

Hoje é, quem sabe, o dia mais importante da minha vida. Acho que se eu morrer já cumpri o meu papel neste plano. Fiz das lágrimas poesia! Consegui transformar minha dor (física, mental e emocional) em bons frutos. Recebi tantas mensagens de leitores ao longo destes anos. Acho, enfim, que atingi meu objetivo: fiz com que os próximos acreditassem em dias melhores no meio de suas tempestades. E, olha que lindo, mostrei que tudo passa. Se tudo passa, esse amor vai passar também.

#Lançamento livro Tudo passa, esse amor vai passar também
Data: 16 de maio (quarta-feira)
Horário: a partir das 19h
Local: Recife Antigo Hostel | Rua da Guia, 117, bairro do Recife

#Dados da publicação
Título: Tudo passa, esse amor vai passar também
Autora: Malu Silveira
Gênero: crônicas
Ano de publicação: 2018
Preço: R$ 35
Editora: sem editora | publicação independente
Diagramação e concepção: Maryna Moraes
Preparação do original: Malu Silveira
Prefácio: Cinthya Leite
Revisão textual: Amanda Borba
Foto da contracapa: Luiz Pessoa
Leitura final: Malu Silveira

Você não pode abraçar o mundo

Existem as pessoas que não se importam com o problema alheio e aqueles que teimam em ajudar (Foto: Pixabay)

Texto originalmente publicado no Portal NE10

Se você fosse dividir as pessoas em grupos, obviamente seria impossível classificá-las em poucos times. Somos tantos, né? Variados tamanhos, etnias, cores e até valores. Pensamos de formas tão diferentes. Por isso há tanta briga – nos dias de hoje principalmente no Facebook. Mas eu arrisco dizer, depois de tantos atropelos, que, sim, existe uma seara dessa vida em que é possível enxergar uma linha que divide duas categorias: aqueles que preferem não se exaurir com problemas que não lhe dizem respeito e os que teimam em querer resolver as questões do próximo.

Creio que os primeiros preferem não se abater com as adversidades alheias porque já vivem com tantos quebra-cabeças próprios a serem resolvidos. Dessa forma, por mais que se compadeçam, parece não haver sentido em acumular mais desafios à rotina. Tem lógica! De uma perspectiva menos otimista, eu interpretaria que alguns, na verdade, não se importam. Mesmo, mesmíssimo. Assim, no superlativo. Não se importam porque não têm empatia. E seguem com suas vidas. Também faz sentido! Por mais que tenhamos uma compreensão empática não nos cabe julgar aqueles que não se afetam com as agruras do próximo.

A solução para a paz mundial provavelmente estaria na segunda categoria de pessoas. Aquelas que se envolvem, indireta ou diretamente, com os pesares alheios. Ah! Parafraseando Caetano, só quem se importa com o próximo sabe a dor e a delícia que é querer resolver os problemas daqueles que se ama imensamente – e até daqueles que nem ao menos se conhece para que exista uma conexão afetiva. Esses gostam de ajudar – mesmo que às vezes metam os pés pelas mãos. Se sentem importantes – algumas vezes por ego, outras tantas por puro altruísmo – em fazer parte da felicidade de quem já chorou um dia.

Olhe bem ao seu redor… você distinguirá facilmente essas pessoas. Na verdade, arrisco, mais uma vez, dizer que você inclusive já fez uma rápida autoanálise e se juntou a algum dos dois grupos. Se você está no primeiro time, tudo bem. Há quem não apiede-se pelas pessoas, mas ame os animais. Ou que não se importe com problemas humanos, mas cuide das plantas. E há ainda aqueles que não se importam nem com os humanos, muito menos com os animais e as plantas, mas faz de tudo para não poluir o ar, por exemplo. Tudo bem! Não é meu papel te reprimir por algum traço da sua personalidade., por mais que eu queira, com minhas palavras, propor reflexões que considero positivas naqueles que aparecem por aqui. o/

O meu recado, dessa vez, vai para os que, assim como eu, não podem ver um problema do outro que já quer resolver. E aí, nessa aflição de querer ajudar quem lhe chora as pitangas, não consegue dar conta. Esse é um aviso para quem não sossega enquanto não soluciona as demandas de outrem – simplesmente porque não se sente bem se todos não estiverem com um sorriso de uma ponta à outra – e se estabaca mais na frente.

O alerta vai para os que teimam em aparar as arestas do próximo e, no fim do dia, se sentem esfalfados como se tivessem corrido, no mínimo, umas três maratonas. Talvez esse seja um sinal de que estejamos ultrapassando limites – dos outros e até de nós mesmos. Isso quer dizer que, nessa corrida insana para tentar ajudar quem precisa (de acordo com nossa régua), haverá os que não entenderão as intenções – porque não querem ou simplesmente porque não precisam. Há tantos motivos. Mais uma vez: somos tantos, né?

Por tudo isso – e mais um pouco – eu queria dizer que não há nada de errado em sair de cena quando você perceber que não há mais como ajudar. Quando o ambiente não é propício, quando o momento não é oportuno ou quando a pessoa já não quer mais sua interferência. Por mais lindas que sejam suas intenções, talvez seja a hora de entender: você não pode (e nem precisa) abraçar o mundo.

* Você sabia que o meu blog, que leva o mesmo nome da coluna no Portal NE10, vai virar livro? Isto mesmo! Em maio, lanço o meu primeiro livro. Fruto de dois anos de uma parceria maravilhosa no NE10. Em Tudo passa, esse amor vai passar também, o leitor poderá conferir 20 crônicas – dez publicadas no portal e dez textos inéditos. Quer saber mais? Procura a coluna no instagram: @oamorqueguardeiparamim

Quem ama, não faz perguntas

Quem ama, sabe o que quer. Por isso nem faz questão de pechinchar (Foto: Reprodução da internet)

Texto originalmente publicado no Portal NE10

Quem ama, não faz perguntas. Não se questiona se tal pessoa é a certa. Quem ama, não recua em qualquer conflito. Fica ali, para enfrentar as batalhas. Quem ama, não titubeia. É sim ou não. Mas nunca talvez.

Quem ama, responde mensagens. E manda um monte delas também. Quem ama, deseja bom dia. E, se duvidar, recado de boa noite também. Não necessariamente todos os dias, mas o suficiente para estar presente. Quem ama, sabe o poder dessa presença. E quem é amado, pode ter certeza, vai sentir essa conexão.

Quem ama, não sente necessidade de enganar. Isso porque sabe que, no campo do amor, não há necessidade alguma de jogar. Quem ama, não recusa as ligações e nem precisa colocar o celular em modo avião. Quem ama, pelo contrário, é o primeiro a ligar.

Quem ama, está preparado para um relacionamento a qualquer hora. Isso mesmo. Anota aí: para o amor, não há tempo ruim. Faça chuva ou faça sol, sempre é um bom momento para amar. Quem ama, espalha. Escancara. Revela e, se precisar, publica no jornal e divulga na rádio. Porque o amor não é sentimento para se ler somente nas entrelinhas.

Quem ama, não esconde o amado. Não que ele seja um troféu – mas é, sim, motivo de orgulho. Quem ama, não sai pela tangente. Sabe o por quê? Porque o amor não é algo tão complicado que exista uma urgente necessidade de se esquivar.

Quem ama, se importa de todas as formas. Por isso, nunca vai querer ver o outro chorar. Quem ama, cativa. Mas, sabe o que é melhor? É que também sabe cultivar. Quem ama é companhia e sabe estar junto. Pois compreende que as ausências são o contrário de amar.

Quem ama, não insiste nos mesmos erros. Pois amar é aprender. E se não houve aprendizado, não há porque teimar em ensinar. Quem ama, não é arbitrário. Pois amar, por tantas e tantas vezes, é ceder. Porque o sorriso do outro é sinal de sorriso para quem ama também.

Quem ama, tenta outra vez. Pois amor é, entre tantas coisas, saber acreditar. Quem ama, sabe qual o valor de amar. Por isso nem faz questão de pechinchar. Quem ama, não perde o tempo. Não espera promoção. Nem precisa de cotação. Pois sabe que esse compasso não gira devagar. Quem ama, sabe o que quer. Por isso mesmo, resolve ficar.

* Você sabia que o meu blog vai virar livro? Isto mesmo! Em maio, lanço ao mundo meu primeiro filho. Fruto de dois anos de uma parceria maravilhosa no NE10. Em Tudo passa, esse amor vai passar também, o leitor poderá conferir 20 crônicas – dez publicadas no portal e dez textos inéditos. Quer saber mais? Procura a coluna no instagram: @oamorqueguardeiparamim

Aceite que algumas pessoas não vão te amar

Não ter nosso amor correspondido não nos faz menos especiais (Foto: Pixabay)

Texto originalmente publicado no Portal NE10

Existem os amigos de festa, aqueles que só estão no ambiente do trabalho, os que contamos todos os segredos, aqueles que conseguimos ficar em silêncio sem nos sentirmos constrangidos, os que colocam nossa bola lá pra cima. E existem aqueles amigos que existem para nos dizer algumas verdades. Daquelas que desconcertam, que remexem a ferida. Verdades inconvenientes e, talvez por isso mesmo, extremamente necessárias. Que bom que eles existem. Para nos fazer escutar verdades que não queremos ouvir mas precisamos dela se dar conta dos nossos padrões distorcidos. Ou nos fazer ver a realidade que não queremos enxergar e assim, quem sabe, tomar um rumo diferente.

Às vezes ter que lidar com tais fatos nos ajuda a seguir em frente. Foi o que aconteceu comigo. Precisei escutar de uma amiga que eu parecia ficar mais triste pelo fato de que um ex não havia correspondido ao meu amor do que pelo fato de que ele havia sido tão sacana comigo em anos de “pseudo” relacionamento. Dói escutar que você permitiu tantos absurdos sem se importar, né? Machuca perceber que, mesmo com o pau comendo no centro, você só conseguia se entristecer por não ter sentimentos retribuídos.

Parece óbvio de entender, mas quando estamos apaixonados alguns fatos passam batidos. A real é que nós esquecemos que o outro tem o direito de não estar apaixonado “de volta”. E como machuca a dor da rejeição. Talvez seja uma das mais cruéis nos relacionamentos. Principalmente quando nem sequer tivemos a chance de viver uma história de amor com o amado ou amada. Não é que eles tenham deixado de nos amar. Eles sequer chegaram a sentir o amor que sentimos por eles. E se dar conta disso dói bem lá no fundo.

Cair na real nem sempre é fácil. Entender que o outro, por mais que tenhamos nos esforçado para iniciar ou manter o relacionamento, não tenha entrado na mesma sintonia é, para muitos de nós, complicado. Mais que bela história de amor viveríamos se os dois estivessem conectados afetivamente. Pois é… então… Os romances que não aconteceram.

Passamos muito tempo presos aos questionamentos. O que nos trava é que não aceitamos que as respostas para essas perguntas talvez nunca nos satisfaça. Por que ele não me amou? Como ela não consegue enxergar que eu sou o cara certo? Por que ele não me achou tão especial como a outra que resolveu assumir? Sou feio? Esquisita? Fui com muita sede ao pote? Demonstrei muito interesse? Se sou tudo isso que ele diz amar numa mulher, por que não escolheu ficar comigo?

Engraçado essa liberdade para amar quem quisermos e ter que aceitar que eles também são livres para nos amar – ou não. Quase sempre nos jogamos de encontro ao turbilhão de emoções que é se apaixonar. E tantas vezes esquecemos que para a paixão dar certo é essencial que os dois estejam apaixonados – um pelo outro. Ninguém consegue amar sozinho.

Mas as verdades precisam ser ditas – e vividas de fato. Que bom que temos esses “amigos-família” para nos fazer ver o outro lado da moeda. Veja só: não ter o sentimento correspondido não é algo que só aconteça com você. Pode acontecer comigo, com ele ou ela. Com os mais bonitos, atraentes e inteligentes do pedaço.

O lance é que quando você aceitar que algumas pessoas simplesmente não vão te amar “de volta”, sem resposta exata para tal desencontro, talvez seu coração consiga sossegar tranquilo. Porque é aí que você vai entender, enfim, que não é menos especial que ninguém por ter sido rejeitado. 😉

Os 5 passos para manter sua saúde mental nas relações

Parece difícil de acreditar, mas alguns hábitos simples podem nos ajudar nos relacionamentos (Foto: Pixabay)

Texto originalmente publicado no Portal NE10

Se formos parar pra pensar direitinho, nosso estresse vem muito mais por causa da forma com que levamos nossas relações do que nos aspectos restantes de nossas vidas. Veja bem, os relacionamentos tóxicos, por exemplo, sejam eles com nossa família, amigos ou companheiros, representam a maior parte das nossas aflições. Um mal que os danos materiais dificilmente conseguem superar.

Por mais que a gente leia os mais diversos manuais e livros sobre boa convivência, além de torturar o nosso cérebro em sessões de terapia ou quebre o pau nas rodas de conversa, é óbvio que acertar a receita requer anos de experiência. E eu mesma ainda tenho poucos, por isso não é por conta própria que vou poder te ajudar (risos).

A verdade é que, na teoria sei pra cacete. Mas na prática, não me perguntem. Sei apenas que tenho feito das tripas coração para manter minha saúde mental quando me deparo com conflitos interpessoais. A boa notícia é que comprovei meus “rascunhos mentais” ao assistir uma reportagem com especialistas da área sobre como a pressão do cotidiano pode nos afetar física e mentalmente.

Quando questionado sobre o que devemos fazer nas nossas relações para melhorar nossa sensação de bem-estar (isso mesmo), o psiquiatra convidado listou alguns hábitos que devemos manter (e também evitar). Coisa boa a gente deve compartilhar, por isso vamos nessa ser feliz? Vem cá que eu vou te mostrar o caminho da felicidade:

1. Seja assertivo com a outra pessoa

Em outras palavras: seja claro sobre suas intenções ao falar com os outros. Não use meias palavras ou enigmas. As pessoas não têm obrigação de ler nas entrelinhas. E, sejamos sinceros, o que você precisa esconder?

2. Elogie os outros sempre que possível

Você já percebeu que sempre reagimos de forma estranha aos elogios? Isso porque estamos muito mais acostumados a receber críticas. Quem critica acha que é urgente repreender. O elogio pode ficar para depois. Mas esse “depois” raramente chega. Prioridades, alguns diriam. Mas olha, se você soubesse o poder de um elogio… aposto que investiria nele mais vezes. Pensa nisso!

3. Exerça sua gratidão com o próximo

Em vez de apenas agradecer ao universo por todas as coisas boas que lhe acontecem ou favoritar a hashtag #gratidão em suas redes sociais, que tal, de fato, se mostrar grato para os outros? Sim, é hora de agradecer pelas gentilezas daqueles que nos rodeiam diariamente. Já parou para pensar que não é apenas o universo que conspira em seu favor? Nessa roda gigante que é a vida, tem um punhado de gente que tem papel fundamental na conquista do nosso sucesso.

4. Use a crítica construtiva

Se for necessário fazer uma crítica, opte por comentários construtivos, ou seja, opiniões que não venham carregadas de juízo de valor e depreciações. Se queremos o crescimento daqueles que amamos, certas reprimendas são necessárias. Mas vale lembrar que, se feitas com carinho, surtem muito mais efeito.

5. Aprenda a dizer não

Essa é minha favorita! Não porque as outras não sejam maravilhosas, mas é que esta daqui é difícil demais de cumprir. Nós simplesmente não sabemos dizer ‘não’. E, dessa forma, vamos abrindo espaço para diversos absurdos diários que acabam com nossa saúde mental aos poucos. Aprenda a dizer não mais vezes. E entenda, de uma vez por todas, que não é egoísmo pensar um pouco mais em você e menos nos outros.